SIGVARIS GROUP: Mais de 150 anos de excelência em soluções de elastocompressão

Como líder global em soluções de elastrocompressão, estamos orgulhosos de recordar uma trajetória de sucesso com mais de 150 anos de história. Nos comprometemos, hoje e sempre, através de desenvolvimento e inovação contínuos, a encontrar soluções que ajudam as pessoas a se sentirem o seu melhor. Todos os dias.

Laboratory atmosphere with coloring tubes in Saint-Just

2010 até a data

2019: Stefan e Christian Ganzoni premiados com o título “Empreendedores do ano”

Os proprietários do SIGVARIS GROUP, Stefan e Christian Ganzoni, foram premiados com o título “Empreendedores do ano 2019” na categoria Empresa familiar na Suíça. 

O Entrepreneur Of The Year™ é um prêmio muito respeitado que reconhece o sucesso dos empreendedores. O programa é administrado pela EY, tem realização em mais de 70 países e foi organizado pela 22ª vez este ano, na Suíça. Um total de 45 empreendedores suíços participaram da edição de 2019. Essas 45 empresas representam as categorias "Serviços/Comércio",  "Empreendedor revelação", "Empresa familiar", e "Indústria/Alta tecnologia/Ciências da vida".

Os empreendedores passaram por um processo intensivo com entrevistas e visitas à empresa antes do anúncio e da premiação dos vencedores de cada uma das quatro categorias.

2019: "Viva a vida. Sinta o seu melhor.": A revigorada marca da Sigvaris torna-se visível no mercado
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No segundo semestre, a nova segmentação e aparência renovada dos produtos de compressão médica, sob o nome Sigvaris, também deixarão visíveis e claras para os consumidores a nova orientação do SIGVARIS GROUP. As recém-projetadas embalagens chegarão aos pontos de venda nos EUA, Canadá, México, Brasil e França. Com o lema "Viva a vida. Sinta o seu melhor", os produtos Sigvaris permitem que seus usuários tenham uma vida autônoma e ativa, mantendo-se fiel ao seu estilo. Sem fazer concessões.

2019: Expansão da estrutura acionista para o NxG
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Uma parte das ações será transferida à próxima geração — um grande marco com o objetivo de, a longo prazo, manter a empresa na família.

Heritage image shares to next generation

2019: SIGVARIS torna-se o SIGVARIS GROUP
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A partir de janeiro de 2019, o nome SIGVARIS GROUP passa a representar mundialmente tanto a empresa quanto suas habilidades e conhecimentos na área de soluções de compressão médica. A marca da empresa é, desse modo, claramente diferenciada das marcas de produtos. Essa nova estrutura também permite a integração de futuras marcas que podem diversificar e complementar ainda mais as linhas de produtos da empresa. Todas as soluções do SIGVARIS GROUP são consistentemente voltadas para as necessidades dos consumidores.

2018: Vendas globais recorde
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Graças a um crescimento sólido, especialmente na América do Norte e do Sul, 2018 foi um ano de êxito excepcional para o SIGVARIS GROUP, com a empresa registrando recorde histórico de vendas.

2017: Ampliação da fábrica em Peachtree City, GA (EUA)
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Depois de dois anos inteiros de planejamento e construção, a ampliação da fábrica em Peachtree City foi oficialmente inaugurada em março de 2017. A duplicação da capacidade de produção permite que todos os processos operacionais na sede americana sejam alocados sob o mesmo teto, abrindo o espaço necessário para mais crescimento.

2016: SIGVARIS adquiriu a empresa americana BiaCare
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BiaCare é conhecida como líder em inovação no desenvolvimento, produção e comercialização de faixas velcro para estiramento curto, bem como outras soluções de compressão para pacientes sofrendo de distúrbios venosos e linfáticos. Com a aquisição da BiaCare, o SIGVARIS GROUP fortalece sua posição em um mercado em rápido crescimento. A BiaCare é reconhecida por seus altos padrões médicos e desfruta da confiança de vários médicos e terapeutas. A nova faixa de produtos de compressão da BiaCare, desenhados para tratar linfedema, lipedema, insuficiência venosa crônica e outros edemas complexos amplia imediatamente as ofertas da SIGVARIS.

2016: A SIGVARIS AG adquire 60% das ações em circulação da Färberei Kronbühl AG, Wittenbach
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A aquisição total da fábrica de corantes Färberei Kronbühl AG pela SIGVARIS como sócio minoritário é um passo importante e positivo, que permite a otimização de processos futuros e cria sinergia. Ambas as empresas continuam a operar de forma independente no mercado; as interfaces serão minimizadas e otimizadas. Como resultado, a SIGVARIS AG obtém maior flexibilidade e maior espaço de manobra no controle de etapas importantes do trabalho de forma mais eficiente.

2016: Novas instalações da SIGVARIS na Itália
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No início de 2016, SIGVARIS lança uma nova instalação em Silea, Treviso, e reforça sua posição no mercado italiano. Com a nova instalação, a empresa estabelece uma plataforma adicional de alto crescimento na Europa, com a qual poder desenvolver novos mercados como parceiro competente, estabelecer relações com os clientes e crescer com um portfólio de produtos inovadores.

2016: Andreas Schönenberger é nomeado como CEO do grupo SIGVARIS
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O Conselho de Administração da SIGVARIS Holding AG nomeia Andreas Schönenberger, atual chefe do grupo de países da Europa Central e do Norte e Leste Europeu com base em St. Gallen, como o novo CEO do Grupo. Andreas Schönenberger sucede Urs Toedtli em 1 de junho.

Andreas Schönenberger estudou Economia e Ciências Sociais na Universidade de Basileia e graduou-se em Ciências Políticas em 1988 e tem vários anos de experiência em gestão e amplo expertise nos negócios de cuidados da saúde. Ele trabalha notavelmente como CEO da SIGVARIS AG em St. Gallen desde junho de 2014 e foi responsável pelos mercados na Suíça, Alemanha, Áustria, Itália, Escandinávia, Leste europeu, bem como Austrália e no Oriente Médio e Extremo Oriente neste cargo.

Antes de juntar-se à SIGVARIS, Andreas Schönenberger trabalhou em diversas empresas farmacêuticas e empresas de cuidados com a saúde, como a Sanofi, Bayer e Roche, nos mercados nacional e internacional (Espanha, Alemanha e EUA). 

2015: O SIGVARIS adquire o líder do mercado polonês, a Pani Teresa Medica
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Com a aquisição da Pani Teresa Medica, SIGVARIS fortalece sua posição em um mercado de constante crescimento. A Pani Teresa Medica é reconhecida por seus altos padrões médicos e desfruta da confiança de vários clientes no Leste Europeu. Como parte da expansão de seu portfólio, SIGVARIS continua a enfocar nos produtos locais tradicionais que foram firmemente estabelecidos em seus mercados. A aplicação de expertise conjunto fornece à empresa uma plataforma de crescimento em potencial no mercado do Leste Europeu, o que permite a exploração de novos mercados como um sócio competente.

2014: SIGVARIS celebra seu aniversário de 150 anos
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O grupo com base em Winterthur conta com 1.400 funcionários em todo o mundo e incorpora suas próprias fábricas de produção com garantia de qualidade na Suíça, França, Brasil e EUA, bem como subsidiárias na Alemanha, Áustria, Reino Unido, Canadá, China, Austrália e México. Elas atendem cerca de 70 países em todo o mundo.

2013: Lançamento bem-sucedido das linhas de produtos WELL BEING e SPORTS
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O novo desenho corporativo, bem como a mudança no nome de todas as subsidiárias para SIGVARIS em 2011, tem sido um sucesso. As linhas de meias-calças recentemente lançadas WELL BEING e SPORTS têm boas vendas. Agora parece ser possível cortar o nó górdio da diversificação.

A instalação em Xangai, China, fundada em 2012, está se desenvolvendo adequadamente. Há planos para novas empresas de distribuição na Austrália e no México.

2012: SIGVARIS tem 1.365 funcionários em todo o mundo
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Em 1994, o SIGVARIS GROUP produziu 2,83 milhões de pares de meias-calças, contava com 690 funcionários e uma venda líquida de 85,4 milhões de francos suíços. Agora, 18 anos depois, o SIGVARIS GROUP produziu 7,2 milhões de pares de meias-calças, contava com 1.365 funcionários e uma venda líquida de 221 milhões de francos suíços.

Os novos mercados emergentes no Brasil e EUA foram bastante dinâmicos e ainda apresentam muito potencial. As meias-calças de compressão medicinal foram responsáveis por nove de dez francos suíços ganhos nas vendas.

2010: Urs H. Toedtli torna-se o primeiro CEO fora da família a comandar a empresa
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Como membro executivo de longo prazo do Grupo Sefar com orientação global, uma empresa familiar suíça fundada em 1833, e graças às suas habilidades analíticas e interculturais, Urs H. Toedtli estava preparado para sua tarefa mais importante na SIGVARIS, ou seja, fortalecer as funções do grupo.

Sua tarefa mais difícil incluiu a fusão de áreas da empresa com diferentes direções e filosofias, dando a elas um novo alinhamento estratégico. A tarefa foi concluída com sucesso. 

A "congruência entre propriedade e gestão operacional" praticada desde a fundação da empresa chegou ao fim quando a gestão do Grupo passou para o gerente experiente Urs Toedtli, Não menos importante, para dar ao grupo um novo impulso.

Em 2011, o departamento de cobertura de alta tecnologia em Andrézieux, França, foi aberto.

1999–2009

2008: Os anos de recorde tornaram-se "quase normais"
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Citando um trecho do relatório anual: “Se as condições básicas não mudarem, continuaremos como sempre.”

Com mais de 60%, a França era o motor do Grupo Ganzoni, o que acarretava riscos. Portanto, acreditava-se que o crescimento em outros mercados aceleraria de forma significativa, a fim de obter maior equilíbrio dentro de cinco anos.

Também em 2008, o serviço de atendimento ao cliente e a logística na França passaram a funcionar em um novo centro em Huningue, França. O desafio mais importante do futuro foi "sair da sombra da perna de pau padronizada".

Em 2009, a linha de produtos SIGVARIS SPORTS é lançada.

2004: Apenas 10% dos funcionários falam alemão
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A empresa vendeu 11.000 pares de meias-calças de compressão ao dia em todo o mundo. Nenhuma das tentativas de ampliar a faixa de produtos para incluir tiras elásticas, meias-calças hospitalares ou produtos de prevenção levou ao sucesso esperado.

A França, produtora de cerca da metade das vendas, tornou-se líder. St. Gallen contribuiu com 34%, as novas instalações na América contribuíram com 17%. Na Alemanha, as vendas finalmente aumentaram após vários anos. Uma nova fábrica de última geração foi inaugurada em Jundiaí, Brasil, para substituir a fábrica em São Paulo.

2002: A gestão do grupo foi reorganizada e centralizada
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A gestão do grupo foi reorganizada e posicionada centralmente na SIGVARIS Management AG recentemente fundada em Winterthur, Suíça. Um novo lema foi criado para fornecer direção. Objetivos incluíram a redução dos custos de fabricação em 20% e investimentos dos recursos de capital.

Uma última tentativa de salvar a nova linha de meia-calça de sustentação "Ariosa" recentemente lançada, ao renomeá-la para "SIGVARIS Wellness", falhou. A distribuição dessa linha foi descontinuada. Meias-calças de compressão e sustentação tradicionais tiveram bons resultados em quase todos os mercados.

2000: Com exceção da Alemanha, foi um ano muito bom em todos os mercados
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70% dos clientes receberam  seu produto SIGVARIS dentro de um dia. Alguns anos atrás, isso mal chegava a 50%. Com o primeiro plano amplo de marketing do Grupo e a meia para viagens "Traveno" sendo introduzida concomitantemente em diversos mercados, o novo milênio  teve um grande início.

1998: Novo desenho corporativo e união financeira
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As contas consolidadas foram um marco, revelando uma empresa completamente saudável com uma quota do capital social de 69,6% e ativos ultrapassando em dez vezes o valor dos empréstimos  de longo prazo.

A concorrência crescente ficou para trás. O reestruturamento da folha de balanço foi necessário na Alemanha. A Suíça permaneceu uma ilha feliz com a participação no mercado da SIGVARIS ultrapassando consideravelmente aquele de 1993 em 50%.

1996: Correndo o risco nos EUA
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A SIGVARIS Inc. vem obtendo êxito comedido desde 1988. Para ter uma reação mais rápida no mercado, decidiram construir em 1997 uma fábrica na Cidade de Peachtree, próxima a Atlanta, Geórgia. Principal objetivo: lucro. Objetivos de longo prazo: produtos e conceitos desenvolvidos nos EUA podem se tornar importantes nos "mercados pilares" da Europa.

Também houve expansão no Brasil: uma nova fábrica foi aberta em São Paulo. Várias solicitações de grupos empresariais maiores lidando com o "pequeno nicho" da Ganzoni foram rejeitadas. A concorrência aumentou em todos os mercados.

1995: A cultura de duas empresas foi abandonada
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Para fazer melhor uso das sinergias, a "cultura de duas empresas" praticada por décadas foi abandonada. A primeira assembleia mundial administrativa foi uma expressão desse novo entendimento. A nova gestão do Grupo apresentou um documento estratégico com 25 páginas. Havia bastante espaço para otimização no campo de produção e quase nenhum potencial na área de marketing. No "principal negócio médico", os países foram resumidos em grupos de países pela primeira vez.

1993: SIGVARIS torna-se uma marca registrada em 77 países
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Com a brochura de imagens "Insight", publicada em seis idiomas, o Grupo foi representado como uma empresa global familiar com um novo conceito. Lema: "Wir von SIGVARIS sind da." (SIGVARIS está aqui para você). Embora St. Gallen tenha conseguido manter seus "preços admitidamente altos", a Ganzoni na França sofreu sua primeira queda nas vendas após 27 anos de crescimento contínuo.

1991: Caspar Ganzoni-Rechsteiner
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Após entrar para a Ganzoni St. Gallen em 1992, ele introduziu o sistema SAP nas seções europeias da empresa. Até 2000, ele foi responsável por partes da Ganzoni St. Gallen e pela SIGVARIS do Brasil.

A partir de 2002, o empreendedor consistente foi responsável pelo grupo nacional liderado de St. Gallen. No final de 2008, retirou-se das atividades operacionais e, no início de 2011, vendeu suas ações para Stefan Ganzoni e Christian Ganzoni.

Em 1991, a tendência de isolamento antes do voto em relação à entrada da Suíça no Espaço Econômico Europeu (EEE) foi uma dor de cabeça para St. Gallen. “Se permanecermos em isolamento esplêndido, em breve, nada que valha a pena se maravilhar sobrará, exceto nossos Alpes banhados sob o sol diurno e a lua noturna”, é um trecho extraído do relatório anual. Os negócios cresceram na França e apenas a linha de produtos esportivos sob a marca TEF ficaram consideravelmente abaixo das expectativas.

1970–1989

1986: Stefan Ganzoni-Stähli
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Após treinamento e aprendizado como engenheiro têxtil, ele entrou para a Ganzoni Saint-Louis em 1986; foi CEO da SIGVARIS France de 1993–1996.

A partir de 1994, ele gerenciou o SIGVARIS junto com seus sobrinhos Christian e Caspar Ganzoni. No final de 2010, ele passou as suas responsabilidades operacionais para Urs Toedtli. Hoje, Stefan Ganzoni é um acionista da empresa familiar e membro do conselho administrativo e um amante da música.

Em 1989, um comitê de especialistas foi constituído na União Europeia, incluindo ainda os estados-membros da EFTA. Sua função era harmonizar os padrões para meias-calças de compressão, resultando no medo de queda nas vendas, que aumentou com as vendas estagnadas em quase todos os países importadores (França e Suíça, um milhão de pares cada).

Ainda em 1989, o prédio operacional em St. Gallen foi expandido. O 125º aniversário da empresa foi celebrado com festas de aniversário e a publicação da história da empresa.

1984: Christian Ganzoni-Wettmer
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Após intenso treinamento nos EUA e no Brasil, entre outros, o economista comercial começou a trabalhar para a empresa em 1984. Em 1993, assumiu a gestão operacional, que era de seu pai Werner Ganzoni-Schwarzenbach. Ajudou a construir a estrutura do Grupo e sua internacionalização.

Em 2002, tornou-se o responsável pelos projetos industriais e recursos humanos no nível do Grupo na SIGVARIS Management AG, Winterthur. Este acionista tem domínio de línguas e tem sido membro do conselho administrativo desde 2011, incumbindo-se de tarefas especiais.

Em 1988, Ganzoni adquiriu todas as ações da T. E. F.; a empresa foi integrada ao Grupo. Em 1989, uma unidade administrativa foi adicionada à fábrica no prédio de Saint-Just-Saint-Rambert construído em 1986; em 1991, a cobertura foi centralizada.

Os negócios iam bem. Em cinco anos, a Ganzoni France dobrou os lucros para 100 milhões de Francos; em St. Gallen, o faturamento aumento acerca de 20% dentro de um ano. 92% dos produtos eram meias-calças de compressão e sustentação.

No exterior, a SIGVARIS Inc. em Bradford, Connecticut, EUA e a SIGVARIS Corp. Saint-Laurent, em Québec, Canadá, foram fundadas em 1988.

1981: Nova cooperação entre a T.E.F e Ganzoni Saint-Louis
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Início de uma cooperação entre a Tricotage Élastique du Forez (T. E. F.) em Saint-Rambert e a Ganzoni Saint-Louis. A empresa familiar francesa com 67 anos de experiência contribuiu com expertise, a Ganzoni contribuiu com sua marca forte SIGVARIS e uma excelente competência de marketing. A Ganzoni adquiriu 50% das ações da T. E. F., com opção de aumentar. Essa cooperação foi a base para o sucesso posterior na França.

O mesmo ano marcou o início da construção da empresa de produção SIGVARIS do Brasil em São Paulo.

1976: Em Saint-Louis, a meia-calça de sustentação "Ibici" foi lançada com grande sucesso
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Ao mesmo tempo, St. Gallen empatou com o mesmo produto sob os nomes comerciais Samson e Delilah. Posteriormente, as meias-calças antiembolia foram criadas, bem como os protetores de joelhos e as tiras elásticas para esportes a partir da produção francesa. Após alguns anos, contudo, as vendas desses produtos foram descontinuadas em razão da baixa demanda. Foi uma das várias tentativas em distribuir o risco com um programa mais amplo.

1975: 90% da produção era exportada para 40 países
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90% da produção era exportada para 40 países — um grande desafio, que exigiu a criação de empresas independentes em mercados mais importantes.

A SIGVARIS Vienna foi fundada em 1971; então, em 1975, a principal agência localizada em Memmingen, Alemanha, desde 1961, foi atualizada para uma empresa de distribuição. As flutuações no câmbio criaram problemas para ambos os mercados, deixando os números no vermelho mesmo com um aumento no faturamento. 

1974: 50º aniversário da Ganzoni Saint-Louis
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Na ocasião do 50º aniversário, o presidente da câmara de comércio em Mulhouse elogiou a empresa titulando-a como uma empresa familiar exemplar. Grandes planos estavam em andamento; a empresa desejava expandir a exportação de forma significativa, mas dentro de 15 anos, a exportação reduziu de 20% para 5%, enquanto o mercado interno aumentava de forma contínua. As "ceintures chauffantes", em particular, que tinham uma boa venda na África do Norte, não tinham uma alta demanda.

1972: Novo prédio da empresa em St. Gallen
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Após anos com um "espaço insuportavelmente pequeno", um novo prédio funcional e expansível foi construído em St. Gallen. Durante as décadas seguintes, o prédio foi expandido diversas vezes.

1970: A Ganzoni St. Gallen obteve sucesso extraordinário por sete anos consecutivos
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SIGVARIS era a marca comercial mais frequentemente mencionada na respectiva literatura. O faturamento aumentou seis vezes; 200.000 pares de meias-calças de compressão foram fabricados. Metade deles foram vendidas na República Federal da Alemanha, um quarto na Suíça, o restante em todo o mundo. O número de funcionários aumentou de 43 para 103. A partir de 1968, as meias-calças eram embainhadas e verificadas por uma empresa especializada em Hundwil AR, Suíça.

1940–1969

1969: Werner Ganzoni-Schwarzenbach
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Ele entrou na empresa como sócio minoritário e especialista têxtil e permaneceu até 1960. Em 1973, logo após o acidente fatal de seu pai, ele voltou. Ele transformou a empresa voltada para exportações em uma empresa internacionalmente ativa. O pianista talentoso era um homem de negócios consistente e persistente.

1966: As meias-calças de compressão também são um grande sucesso na França
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Dentro de um curto período, a SIGVARIS tornou-se líder de mercado.  Contudo, o departamento de tecelagem de tiras ainda estava no vermelho. Após negociações difíceis com as famílias proprietárias, a empresa adotou o modelo de St. Gallen. Além das meias-calças de compressão, o único item que permanecia no programa eram as "ceintures chauffantes" (cintas aquecedoras) que tinham boa aceitação; em 1970, a produção dessas cintas aumentou de 20.000 para 100.000.

1964: Nove de dez francos são ganhos com meias-calças de compressão
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Em seu 100º aniversário, a Ganzoni havia se tornado novamente uma empresa especializada em exportação. O trecho a seguir foi retirado da brochura de aniversário: “...finalmente obtivemos o grande avanço a que aspiramos por tanto tempo e atingimos o programa que sempre foi criativo, mas, agora, também é lucrativo”. Em Saint-Louis, novos produtos foram adicionados ao catálogo, mas as maiores mudanças ainda estavam por vir.

1962: De 79 para 30 funcionários
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Após uma avaliação comercial, tornou-se evidente que a Ganzoni não tinha chance de sobrevivência com uma variedade ampla e em constante mudança de produtos. A única solução foi especializar-se em meias-calças de compressão medicinal.

A produção mudou radicalmente, o departamento de tecelagem de tira elástica foi vendido para um concorrente e mudou para Gossau SG, Suíça. A maioria dos funcionários foi incorporada. O número de funcionários da Ganzoni caiu de 79 para 30.

1962 Luca circular knitting machine

Em St.Gallen, as meias Sigvaris são fabricadas em teares circulares Lucas (1965).

1961: Primeira meia-calça de compressão medicinal
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Durante uma convenção internacional de médicos em 1961, uma meia-calça de compressão medicinal a base de látex foi apresentada sob a marca comercial de Sigvaris". A meia-calça de compressão estava sendo desenvolvida desde 1959, em cooperação com o flebologista Karl Sigg. Ela oferecia uma compressão reduzida contínua, a partir do calcanhar e subindo até a coxa. Com a "Finela Forma", lançada posteriormente, foram utilizados apenas fios sintéticos.

1958: Ganzoni Frères transformou-se em uma empresa de meias familiar
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Apesar dos laços financeiros estreitos com St. Gallen, o seguinte princípio foi mantido: tratar uma a outra como empresas independentes. Altos investimentos em maquinário levaram a nenhum lucro. Em 1959, a produção de tecido mais largo foi descontinuada em St. Gallen, após a indústria de espartilhos se tornar o cliente mais importante seguindo novas tendências da moda. “Eu não acredito que chegaremos ao nosso 100º aniversário”, escreveu Werner Ganzoni.

1956: Exportações estagnadas e redução das vendas na Suíça.
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As exportações estagnadas, a redução nas vendas na Suíça e uma ampla gama de produtos que incluía borracha para calçados, cabo de reboque e meias-calças de fio de borracha, levaram Werner Ganzoni a se perguntar se a empresa ainda era levada a sério.

A perda de 90.000 Francos em 1955 somente pôde ser neutralizada por meio de empréstimo junto aos acionistas. A fábrica em Winterthur foi abandonada. Esperava-se que a produção restante pudesse ser mantida "sem concessão a uma gestão moderna, como se fazia necessário no momento".

1947: Peter Ganzoni-Morel
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O mais velho de quatro filhos de Paul Ganzoni-Bidermann  entrou na empresa em 1950. O especialista têxtil adquiriu conhecimento em gestão no Centre des Jeunes Patrons (CJP). A partir de 1967, ele assumiu toda a responsabilidade sozinho.

A aquisição da Tricotage Élastique du Forez (T. E. F.) em 1988 foi um momento decisivo na expansão da SIGVARIS na França. O coração desse amante da música e violinista batia no ritmo do savoir-vivre.

Em 1947, Haggenhalde é inaugurada. A área residencial próxima às instalações da fábrica em St. Gallen foi estabelecida em cooperação com uma associação sem fins lucrativos para moradias. A Ganzoni adquiriu seis casas germinadas para que fossem alugadas para os funcionários, um modelo que seguiu os exemplos de Saint-Louis e Winterthur.

1945: As empresas Ganzoni passaram a ser alvo dos Aliados e sofreram boicote
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O problema, que teve início já em 1944 e se tornou rapidamente existencial, foi solucionado em 1946, após o Tratado de Washington entre a Suíça e os EUA. Somente no ano seguinte a Ganzoni Elastic teve recorde de vendas. Alimentando as esperanças. Porém, todo o desenvolvimento teve como base a necessidade de recuperação — e durou pouco. A situação foi semelhante em Saint-Louis entre 1947–1948; após um breve crescimento, a maré mudou.

1941: Na Suíça, os preços triplicaram em comparação a 1936
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Os recursos tornaram-se cada vez mais escassos. O relatório anual de 1941 declarava que o "plano de fabricação devia seguir o fio de borracha". Uma segunda fundação de assistência social para a equipe em St. Gallen teve início em 1942. Um comitê de funcionários decidiu usar os fundos. O percentual de borracha nos produtos teve que ser reduzido gradualmente.

1920–1939

1939: As instalações em Saint-Louis tornaram-se alojamentos militares
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Em maio de 1940, logo após a invasão alemã, a instalação retomou a produção e os funcionários tornaram-se "seguidores". O contato com a Suíça foi praticamente perdido. Uma filial foi aberta em Lyon, que para a surpresa de todos, obteve êxito, embora o governo de Vichy se referisse à empresa oficialmente como a "maison juive" (casa dos Judeus).

1938: A indústria de elásticos da suíça encontrava-se em uma crise profunda
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Desde 1928, as exportações haviam reduzido em 85%. A Ganzoni Elastic também foi afetada. O mercado interno não conseguiu compensar essas deficiências, principalmente quando as margens foram cortadas pela metade.

A esperança de um impulso na exportação com a desvalorização em 30% do Franco suíço em setembro não se concretizou. A Ganzoni somente sobreviveu apenas graças à venda do terreno e do auxílio financeiro recebido da família proprietária.

1937: Introdução da operação em dois turnos
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O governo francês, a cargo de Léon Blum, introduziu a jornada de trabalho de 40 horas semanais e um aumento decretado de 10% nos salários, levando à introdução das operações em dois turnos e um aumento intenso na produção para manter os lucros enquanto as margens continuavam a diminuir. Foi necessário manter o equilíbrio, mas no fim funcionou. Um pouco antes da Segunda Guerra Mundial, a empresa em Saint-Louis estava sob uma fundação sólida.

1936: A crise econômica global levou a uma queda drástica nas exportações
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Os salários sofreram cortes em St. Gallen e Saint-Louis. Esperava-se que novos produtos, como calcinhas, cintos trançados para homens, cordas de reboque de planador e dispositivos de amortecimento para indústria aeronáutica alavancassem a demanda interna; contudo, nesses anos conturbados, a capacidade da indústria de elásticos era muito alta, resultando em uma correria desenfreada.

1931: “Gummistoffe und Gummibänder”
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De acordo com a circular da loja "Gummistoffe und Gummibänder" (tecidos e tiras elásticas), suprimentos de costura, tiras para cinta-liga de meias-calças, suspensórios e ligas de meias foram incluídos pela Ganzoni no leque de produtos, todos fabricados em Winterthur.

Além disso, "elástico feito de algodão e viscose, macio com orifícios para botão, meias-calças elásticas e partes elásticas de espartilho e blusas femininas" eram fabricados na filial de Bruggen em St. Gallen.

1928: A falta de especialistas causa problemas em Winterthur
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A situação era diferente em St. Gallen, onde o declínio da indústria de costura levou ao desemprego de milhares de funcionários. Em 8 de outubro, a Ganzoni Elastic adquiriu a antiga empresa de costura Zähner & Schiess, localizada no subúrbio de Bruggen em St. Gallen. As máquinas de trançar e teares para malhas de fio de borracha, bem como o departamento de produção, foram realocados. A extensão da influência da greve dos trabalhadores na instalação de Winterthur em janeiro nessa decisão não é conhecida.

1926: A reinvenção da Ganzoni Elastic Winterthur
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A fim de evitar a dependência de alguns poucos produtos, a gama de produtos foi ampliada de forma significativa. Fios de borracha mais finos e novos tecidos elásticos porosos e mais largos foram utilizados na fabricação de cintos, suspensórios, meias e cintas-ligas de meias-calças.

A marca comercial "Samson" foi estabelecida no mercado suíço e com a fabricação de meias-calças de fio de borracha em teares circulares para malhas, novos terrenos foram desbravados.

1924: Recuperação dos negócios
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Na França, uma tarifa protecionista de 30% inibiu a recuperação dos negócios. Foi decidido estabelecer sua produção em Saint-Louis, onde uma fábrica foi construída. A produção teve início em dezembro de 1924.

Após problemas iniciais, a Ganzoni Frères se beneficiou do protecionismo na França. Graças à tarifa protecionista, os artigos embalados tornaram-se sucesso de vendas.

1921: Reorganização da empresa
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As vendas caíram e houve grande perdas após um ano excelente de vendas. Ocorreu a reorganização da empresa. Em razão das baixas perspectivas, a reorganização no mercado suíço foi descartada. A retomada da exportação aconteceu com grande dificuldade devido a tarifas protecionistas, confusão política e inflação.

Trinta funcionários trabalhavam na fábrica em Winterthur. Uma fundação da empresa criada em 1920 assistia os funcionários aposentados e ajudava em emergências, o que viria a ser necessário por diversas vezes nos anos futuros de crise.

1864–1919

1919: Após a Primeira Guerra Mundial
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O final da Primeira Guerra Mundial não levou ao estado de normalização esperado. Foi exatamente o contrário, uma vez que a Inglaterra impediu o suprimento de matéria-prima, sob a alegação de que a Ganzoni havia cooperado de forma muito estreita com uma "empresa hostil". Diversas intervenções na embaixada britânica em Berna foram necessárias antes que o problema fosse resolvido.

1918: Paul Ganzoni-Bidermann
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O irmão caçula de Werner Ganzoni poderia ter se tornado um músico. Mas ele permaneceu fiel à tradição familiar e, após amplo treinamento mercantil e técnico, construiu a empresa-irmã francesa. Isso também acomodou os temperamentos bastante distintos dos dois irmãos.

Em 6 de setembro de 1918, os funcionários do departamento de tecelagem de elástico entraram em greve. A greve terminou após dez dias, e o acordo incluiu a seguinte condição: “A empresa se absteve de tomar quaisquer medidas contra os funcionários do sexo masculino e feminino em greve.” No caso de um “retorno às condições normais de produção”, uma “regulamentação de salários” foi garantida.

1914: Werner Ganzoni
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Werner Ganzoni gostaria de ter seguido uma carreira acadêmica, mas seu pai já tinha planos para ele, então, ele transformou sua vocação em algo interno. Em 1920, aos 28 anos de idade, ele assumiu a empresa e permaneceu um patrono dedicado por meio século. Ele também tinha uma grande afinidade por música, literatura e arte.

Em 1914, após grandes dificuldades no início da  Primeira Guerra Mundial, os negócios melhoraram com um aumento na demanda interna. As horas reduzidas causadas pela mobilização, bem como a aquisição de matéria-prima, geraram problemas. Apesar de um aumento na demanda, a produção teve que ser limitada.

1900: As conexões comerciais estendiam-se de Paris a Varsóvia e ao Novo Mundo
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Na Áustria, as vendas entre 1890 e 1910 diminuíram de um terço para 3%, enquanto a Alemanha emergia da insignificância (1,3%) para se tornar um dos principais mercados (45% em 1906).

Uma fábrica de elásticos maior e recentemente constituída salvou a Ganzoni da falência. Em 1907, a demanda era tão alta que vários pedidos eram recusados.

1890: Moritz Ganzoni-Nadler
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Após anos viajando e apreendendo, aos 25 anos de idade, Moritz assumiu a responsabilidade de dirigir a empresa em tempos difíceis. Ele foi um funcionário exemplar e também atuou em escritórios públicos, como juiz comercial. Um barítono de voz macia e melodiosa, teve, por toda sua vida, laços estreitos com a Musikkollegium Winterthur, uma orquestra sinfônica suíça.

Em 1890, uma seguradora de saúde da empresa foi fundada e o direito de decisão dos funcionários durante a assembleia geral foi introduzido.

Tarifas protecionistas causaram problemas. Em 1895, uma filial foi aberta em Dornbirn, Áustria. Apesar do início promissor, havia muita concorrência. A empresa chegou no vermelho e, em 1900, foi vendida para sua maior concorrente.

1877: Primeira fábrica em Winterthur
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O prédio da fábrica foi construído no nº 44 da Grüzenstrasse em Winterthur (atualmente um museu de fotografias). 40 teares de elástico estavam em uso, alimentados por correias de transmissão de um motor de pistão a vapor. Uma loja de roupas foi construída, pois os clientes desejavam produtos mais refinados.

O armarinho foi vendido, e os trabalhadores pagos à peça perderam seus empregos. A rede de distribuição incluía quase toda a Europa e até mesmo o Norte da África e a Argentina.

1864: Moritz Ganzoni-Sträuli funda a empresa "Ganzoni und Barthelts"
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O fundador da empresa é um ginasta talentoso. Em 1864, ele e seu parceiro comercial, Niklaus Barthelts (1837–1891), formaram uma parceria de liderança congênita, assentando, assim, uma fundação sólida para todas as gerações que se seguiram. Ele aprofundou seus conhecimentos mercantis permanecendo no exterior, por exemplo, no Egito. A "Ganzoni und Barthelts" foi fundada como um simples armazém de suprimentos de costura em Winterthur, Suíça.

Ainda em 1865, graças a uma grande demanda, os elásticos para botas de cano baixo sem laço, naquele período um artigo de moda altamente desejado, eram fabricados em quatro teares. Em 1870, 20 teares eram utilizados e trabalhadores pagos à peça estavam disponíveis nos períodos de maior demanda.

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